Ritual do dia...
Olho para mim... acordar e a deitar de madrugada e, só reparo na paisagem à minha volta na minha entrada ou saída de "casa"... uma espécie de lembrança, do meu lar de sempre.
Saudades aquelas... da paisagem arrepiante onde a perspectiva dos objectos sombreados sugere-nos outro mundo... como as faias que se mostram duma sombra pelo zumbido do vento e queda das suas folhas, do céu estrelado com uma lua brilhante. Duma noite onde uma brisa marítima suprava e onde a natureza se fazia ouvir... por entre as casas com jardim, nos pequenos passeios com gigantes metrosídes que passam despercebidos pela gente local e, nas quintas abandonadas de tamanha diversidade de flora e fauna! Por entre uma manhã onde os primeiros raios solares prefuram as nuvens sempre em movimento causando obra de Deuses!
Em Coimbra os carros fazem juz ao seu ruído... e numa terra onde o tempo é seco, quente e frio... somos rodeados por imensos "blocos" enormes, velhos, sujos! Que nos tapam mais que uma paisagem bonita a nossa liberdade de visão para ver o além. Olhando a minha volta só me apetece refugiar na visão dum céu... que nem estrelas parecem surgir, a luz é tanta... e onde a luz escassea somos perseguidos pelo perigo de andar a noite sozinhos...
Nesta terra... que nem o rio me faz alegrar de tão escura a sua água...
Apenas me sinto aqui a residir e não a viver...
Porquê viver... é sentir! E a minha alma lembra meus ares... e minha saudade pelo sabor do sal no ar dá-me angústia por um ar seco... que nem abrindo a janela do carro sinto aquela brisa fresca duma tarde quente sem sentido... (já sei porque inventaram o ar condicionado!)
Por fim... sou um estranho por aqui!
Precisarei de mais 18 anos para ver o que de bom há por aqui?
Saudades aquelas... da paisagem arrepiante onde a perspectiva dos objectos sombreados sugere-nos outro mundo... como as faias que se mostram duma sombra pelo zumbido do vento e queda das suas folhas, do céu estrelado com uma lua brilhante. Duma noite onde uma brisa marítima suprava e onde a natureza se fazia ouvir... por entre as casas com jardim, nos pequenos passeios com gigantes metrosídes que passam despercebidos pela gente local e, nas quintas abandonadas de tamanha diversidade de flora e fauna! Por entre uma manhã onde os primeiros raios solares prefuram as nuvens sempre em movimento causando obra de Deuses!
Em Coimbra os carros fazem juz ao seu ruído... e numa terra onde o tempo é seco, quente e frio... somos rodeados por imensos "blocos" enormes, velhos, sujos! Que nos tapam mais que uma paisagem bonita a nossa liberdade de visão para ver o além. Olhando a minha volta só me apetece refugiar na visão dum céu... que nem estrelas parecem surgir, a luz é tanta... e onde a luz escassea somos perseguidos pelo perigo de andar a noite sozinhos...
Nesta terra... que nem o rio me faz alegrar de tão escura a sua água...
Apenas me sinto aqui a residir e não a viver...
Porquê viver... é sentir! E a minha alma lembra meus ares... e minha saudade pelo sabor do sal no ar dá-me angústia por um ar seco... que nem abrindo a janela do carro sinto aquela brisa fresca duma tarde quente sem sentido... (já sei porque inventaram o ar condicionado!)
Por fim... sou um estranho por aqui!
Precisarei de mais 18 anos para ver o que de bom há por aqui?


2 Comments:
fala amigão!!!!!!! pow vc tem um jogo com as palavras q poucos conseguem lidar!!!!
espero q c comforte aí e q seja o melhor pra vc...
abração
e ñ preciso falar q te adoro né?! hehhe
com o tempo descobrirás a beleza dessa cidade.
besitos
Loti
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