sábado, janeiro 07, 2006

We got to celebrate it...

A long cold night...
But it's about time!
The light give us the warning,
My dogs feel it.

My guardians...
Not scared of the dark,
Don't fear the unknow!
Are running for us...

It's the night!
The rush...
And the time,
It's all behind us now!

In a flash...
A year just passed us by,
The firework!
My dogs scared...

And I'm frozen!
But I don't care...
Today is only a day,
But it's that day!

Were everthing change!
The bad is forgotten,
And the good is remember...
We promisse more.

And we party the bones,
So we know...
We're alive!
For another year!

My dogs are cool.
They might just know...
What we feel today,
They are the magic one's!

Frozen mind's...
Hot body's!
Nice combination,
Party for life!

I trust my mind.
Make my wish...
Show my smile,
The night is mine!

~ T h e N E W Y E A R h a s c o m e ! ~

sexta-feira, dezembro 16, 2005

Look at me...


Ugly ...
Like no one you know!
I feel smashed,
Crazy?


A little scary...
But don't be sorry,
Hold on your tears!
I'll be alright.


Always in my "Earth".
I'm feeling Zen...
Soo lost,
I cannot be found!


Ah!Ah!Ah!
Why cry?
When we can laugh!
On our pain...


It could be worse...
And better!
Who knows?
Wondering why.


Ask me!
Everthing, nothing...
You alread won't know,
I can and not tell you!


When I know...
And not know,
Anything!
You feel.


My poem...
My head,
My mistake!
My feeling.



A vida não tem sempre que fazer sentido...
Tal como o meu poema faz todo o sentido.

Um poema para todos e, para ninguém!

sábado, julho 16, 2005

The Fisique Laws

The power of you and me,
Together, forever...
At your side,
United.

The chosen one,
Of my heart...
In my soul,
On my head.

Your always there,
With me...
On my dreams,
In my heart.

We're a force,
A strong one...
No walls,
No one.

No such thing,
Nobody...
Can stop us,
We're unbreakble.

It's our decision!
To rule the world.

I feel affraid,
To lose the strengh...
To be lost,
Of you.

But we control,
The destiny is breaked...

I wanna run,
And run...
Away from here,
To everywhere...

I wanna go...
Meet the world,
Build my life...
And I found you to guide me!

domingo, julho 10, 2005

E quando a saudade ataca, que se faz?

este texto foi escrito originalmente para o meu blog a 29-04-05 , mas não sei porquê, apaguei-o. aqui fica


Tive um pesadelo a noite anterior. Sonhei que estava na espécie de uma praia/parque de campismo tipo salgueiros, com um montão de gente à minha volta. De repente surge do nada uma escavadora, daquelas laranjinhas usadas nas obras. Esta lança a sua enorme “concha” ao mar e logo a seguir retira-a. Quando consegui ver o que estava dentro da concha da escavadora senti um aperto no coração. Ali estava ele, submerso em água salgada, um corpo pálido inanimado. Era o corpo do rapaz que morreu no temporal.

Para quem não conhece a história, o que se passou com este rapaz de 16 anos foi durante uma noite recheada de álcool, o rapaz foi com uns amigos para um bar ao pé do mar. Bêbados, o rapaz e um amigo decidiram tomar um banho naquele mar revolto. O amigo salvou-se. O rapaz não.

Nunca vi este rapaz na vida, mas apesar disso esta história abalou-me imenso pela sua brutalidade. Podia acontecer a alguém que eu conhecesse, a um amigo, a mim. E de pensar que o seu corpo ainda não foi encontrado…

Quando vi o corpo do rapaz fiquei com aquele aperto na garganta, com tonturas, e com aquela vontade de chorar e não conseguir. Aquela persistência em negar que aquilo não estava a acontecer, que aquilo não era o rapaz que tinha morrido, que era tudo uma brincadeira. Fiquei chocada. Ao início pelo horror das imagens, e a seguir quando tomei consciência de mim, pelo sentido de perda.

Sentia que conhecia aquele rapaz.

Quando algo muito mau acontece tenho a tendência para criar histórias na minha cabeça, fantasio na esperança de aumentar as probabilidades de ser tudo um mal entendido.

Confesso que ainda não acredito que o meu amigo morreu. Dentro da minha cabeça isso não aconteceu, é tudo uma brincadeira de mau gosto que ele nos decidiu pregar. Se calhar, ele estava farto da sua vida e foi viver para outro sítio. Quando estava no aeroporto de Lisboa quando vim da Madeira, que foi onde recebi a notícia de que o meu amigo tinha morrido, vi um homem por trás que era igual ao meu amigo: cabelo, tom de pele, ombros. Afastei-me transtornada, mas logo de seguida fui ao lugar onde estava esse homem e não o encontrei lá. Até hoje não me perdoo por o ter deixado ir.

Esta situação de criar situações acaba por ser um pouco frustrante, na medida em que sinto uma grande dor no peito e não consigo chorar. Quando recebemos a notícia estávamos num carro a ir para o hotel e a minha mãe largou-se a chorar. Eu limitei-me a reconfortá-la, atónita. Nem uma lágrima.

E não me apetece escrever mais, nem rever o texto. Temos pena.


Years will bring you maturity
At least is what they say
It will hurt you deeply
But it’s the price you’ve got to pay

domingo, julho 03, 2005

I swim alone...

How much pain could a body hold on? Is in your heart ...
I just want to feel...
The real pain inside me...
My body floating in a dream,
That I can taste.

My skin knows the salt,
Sweet and white.
How could I forget?
The wind brings it to me...

I could imagine,
The world's together...
The sea is the harmony
Between you and me!

How could I believe?
In such pasion,
Splash!
The portal...

For the underworld,
The unkown...
The disturbed vision.
I want to see!

Discover the real truth.
So... I give my best,
I beat my fear!
Let me go...

I'm going to nohere!
Just the paison and me,
My head and you...
The fear and the dream!

No destiny here...
I control the world now!

sábado, julho 02, 2005

De volta às origens!

Voltei!...
Mas por quanto tempo?

O ano passou rápido e..., já faltou mais para fazer um ano desde a minha mudança radical... tantas esperanças desfraldadas, tanto pensei eu... tudo parece perdido. Que andei eu a fazer... este tempo todo!? Nem eu, sei bem... adormeci? Outra vez não(!)... deixei os dias passarem me novamente... sinto que nada ganhei!

Por onde quer que caminhe aqui... cada rua, cada esquina... há sempre um rasto de passado a ser recordado! E tudo parece então renovar-se numa novidade dos últimos meses numa réstia de memória que me marcou no meu percurso de vida. "A minha vida" - penso eu para mim, só dentro de mim ... desta alma cansada e cheia de dor ...

Corpo velho o meu, resiste com o seu pé bem confortável nesta calçada escorregadia cheia de histórias para contar... mas quantas vezes andava eu descalçado a fazer corridas pelas rochas desertas que beijavam o mar e, donde o calor era afogado com a frescura dum rápido mergulho no azul salgado... bons momentos foram!

Permanecem as cicatrizes... na minha cabeça, nas minhas mémórias... no meu corpo, aqueles arranhões, aquelas feridas...o sangue jarrado naquele mar... tanta dor que já passaste por "tolices", desafios que crias-te na tua mente... explorar um mundo diferente, pensavas tu, deste "amigo" que nos dá e nos tira. Mar infinito tanto aprendi, a respeitar tamanho poder... como tentava numa perda instantânea de cabeça explorar o teu território inviolado, ainda hoje ao sentir-me no teu domínio, sinto o medo que sempre houve em mim... no desconhecido, que tanto fascínio causava numa criança! Fobia dos líquidos invisíveis que nos rodeavam controlados por tamanhas forças incontroláveis, por nós humanos, tanta fobia que enfrentava com tanto gosto e paixão!

Hoje são outros caminhos que seguimos à procura de algo... uma vida, um destino por nós encenado, não espero que algo me caía do céu... espero lutar, ter forças ainda... pelo que quero que seja meu, tanto cansaço (e está tudo na mente!) que eu sinto! Já não ignoro a realidade, e "fujo" dos meus sonhos... ganhava a força na minha raiva nos meus objectivos e, pensava em tornar-me mais velho, mais forte, mais poder ainda... inquebrável, imparável... como era bom sonhar!
Irónico, hoje, penso em recuperar tamanha força na minha mente, tenho medo de infraquecer perante quebras de sentimentos, de sentidos... estou mais forte mas não consigo sentir o meu máximo rendimento...

Enfim. A vida segue... o tempo não espera.

Para quê partilhar? Porquê perder o tempo? O precioso segundo que me passa pelas mãos... Sinto-me a perder, não quero perder mais! Quero ganhar uma vida, a minha! Diferente, só minha e tua...

terça-feira, junho 28, 2005

Olá

Olá, sou a Carlota. O Johnny convidou-me. Posso entrar?